Reunião entre sindicatos de trabalhadores, patronais da cadeia têxtil e vestuário e deputados estaduais para a solenidade de entrega do documento que pede a redução do ICMS para a cadeia têxtil e vestuário de 12 para 7%. Presidiu a reunião Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

Compareceram os deputados estaduais Davi Zaia, Antonio Mentor e Chico Sardelli, que justificou a ausência do presidente da Assembléia Barros Munhoz por motivos de tratamento de saúde.Chico Sardelli entregou ao secretário Mauro Ricardo uma moção da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Textil e de Confecções, assinada pelo deputado Barros Munhoz e mais nove deputados estaduais , na qual apoiam as reivindicações da cadeia textil e de vestuário contidas no documento entregue ao secretário.
Pelos empresários compareceram Fernando Pimentel, presidente da Abit, Ronald Moris Masijah, Presidente do Sindivest, Heitor Filho, presidente do Sindiroupas e Rafael Cervone , presidente do Sindtextil.
Pela CGTB compaceram Alvaro Egea, 1º secretário, José Laurindo Portela , Presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Vestuário de São José dos Campos e do Secretariado Vestuário da CGTB e Rubens de Souza, assessor.
Mauro Ricardo , Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, antes de receber o documento declarou :
"... que esse documento representa a união de esforços de empresários , trabalhadores, deputados estaduais e do governo do estado..."

"...Vejo com bons olhos esse pleito da cadeia têxtil e do vestuário de redução do ICMS de 12 para 7% , mas a decisão final será do governador Serra. São boas as perspectivas dessa redução, desde que atendidas algumas exigências, como por exemplo a manutenção dos empregos, da arrecadação de ICMS e um compromisso das empresas de baixar os preços dos produtos do vestuário no varejo..."
O secretário Mauro Ricardo recordou que no passado o governo do estado já reduziu a alíquota do ICMS de 18 para 12%, que manteve a arrecadação de ICMS.
Paulo Skaf, presidente da Fiesp, declarou que , havendo a redução do ICMS, os empresários devem ser comprometer com a redução do preço das mercadorias no varejo.
Alvaro Egea, representando os sindicatos de trabalhadores do vestuário filiados à CGTB , declarou que o documento entregue ao secretário foi fruto do trabalho de parceria entre os trabalhadores e empresários do setor vestuário e têxtil, que dia 18 de junho de 2009 foram ao presidente da Assembléia Legislativa Deputado Barros Munhoz pedir ao apoio para a campanha de redução do ICMS de 12 para 7% para viabilizar a permanência das empresas da cadeia têxtil e vestuário no estado.

O presidente da Assembléia deu apoio à campanha, em seguida as lideranças sindicais dos patrões e dos trabalhadores, em 13 de outubro, foram recebidas pelo colégio de lideres da Assembléia, o movimento cresceu incorporando todos os sindicatos da cadeia têxtil , a ABITe a Fiesp, vários deputados estaduais, em especial o Deputado Davi Zaia, que juntos produziram o documento que foi entregue ao Senhor secretário, pedindo a redução do ICMS para manter no estado essas empresas que sofrem concorrência desleal com o ICMS mais baixo de outros estados, viabilizando os empregos no estado , sobretudo para a mão de obra feminina, predominante no setor de confecção.
Fonte: Secretaria do Vestuário da CGTB